Como ébrio que vai passando
De um vício a outro, sem cura
Insisto nessa procura
Até onde eu vou? Até quando?
Meu bolso já está furado
O meu coração, partido
Meu império, devastado
Profanado meu mistério
Eu brinco demais com a sorte
Eu levo o amor muito a sério
Eu perco o chão e afundo
Eu vivo a fundo perdido
Eu findo longe da morte
Viciada nesse mundo
Bad trip
Sep 10th, 2005 by Christiana


Vou ate aí. Voce precisa de mim. Não deixarei a tristeza ficar ao seu lado. Logo, em poucos dias estarei aí. Me aguarde. Bjs.
Estas paragens estão por demais tristes nestes tempos.
Como não posso acompanhar Lenora na empreitada, de cá desejo melhoras. E que volte a alegria, esta que pode ser encontrada nas dobras do véu da tristeza.
Abraço.
Grande Nóvoa: nós, guardadas as proporções, continuamos sincrônicas! Dá uma olhadinha no meu post de hoje, sobre o josé da silva!!! que medo…
Grande nóvoa, grande arquiteta das palavras: se for tristeza, fica firme, que os motivos para ser alegre são muitos mais!
Meus queridos!
Eu, nas palavras, sou mais triste que na vida…. Não que esteja alegre, mas vou cá me agüentando!…
De qualquer modo, Lenora querida, é sempre um prazer quando você vem por aqui.
Ricardo, você tem razão, estas paragens andam algo sombrias. Verei o que posso fazer para iluminar um pouco o pedaço. Muito bonito isso da alegria nas dobras do véu da tristeza… Assim que me ocorrer uma boa piada, venho correndo publicar!
Dal, vou lá ver seu “josé da silva”.
Beijos a todos.
Das cinzas, sempre renovada e nova. Bravo! Carvão que vira diamante, sorve a vida por inteiro.
Beijão, menina e sopre a poeira dos ombros.
Esse é um vicio que eu tenho também. Beijos.
Oi, Christiana
Belo e verdadeiro poema.
Pra bem viver a vida, temos que deixar de lado os limites normais. Aliás, o que serão, mesmo, esses tais “limites normais”?
Beijos e bom domingo
fernando cals
Christiana…eu bem sei o que são estes momentos. E menos mal que rendem a você textos e poemas maravilhosos, pelo menos têm alguma serventia. :)
Beijos.
Clarice, tamos aí, não se preocupe, ondas ruins vêm e passam!….
Flavio, a esperança é o último vício que morre!
Fernando, ainda bem que não somos normais, né?
Patrícia, reciclagem é meu lema! Nosso lixo emocional pode virar uma parte até bonita de nossa obra… e você também escreve as coisas mais lindas, moça, na alegria e na tristeza…
(e o pior, gente, é que eu nem bebo!)
Beijos a todos. Vocês sim, e suas palavras sensíveis, são uma cachacinha da boa!….
Ai, que isso era tudo o que eu precisava ler no dia de hoje… acertou na mosca!