dois mil e
outro
ano do senhor
do bonfim
e do bom meio
e do eterno
reini'cio
oito deitado
o'cio infinitivo
polvo oito
tantraculos
outrossim
umnidos
lado alado
para todo o
agora
ate que
enfim
!
.
dois mil e
outro
ano do senhor
do bonfim
e do bom meio
e do eterno
reini'cio
oito deitado
o'cio infinitivo
polvo oito
tantraculos
outrossim
umnidos
lado alado
para todo o
agora
ate que
enfim
!
.
oo
chris, oiterno infimÃnimo! Deliciócious!!
Helena... a resposta, minha amiga, está assoviando no vento. à só a gente se despir da vaidade, já que tudo é vaidade, e entrar com o espÃrito nu. Felizes dias nos esperam.
Guga,
que seja oiterno enquanto duplo.
a propósito, aproveitei parte do seu deliciócio pra remendar um verso que estava fraquinho, uma espécie de "enxerto ócio" (eita!). grata pela contribuição, em tantos sentidos :)
Dalva,
é isso, a resposta a gente in-venta ;)
dias (e noites) felizes pra todos nós
.
Percorrendo todas as oitavas da escala poética, sua voz atinge o dó de peito, sem dó e despeito, e me porta ao êxtase, o cume, o lume e ao leme de minhas pobres mas palpitantes emoções. Doismileoito beijos.
Flavio,
estou é percorrendo as oitavas da escala-fobética... mas se foi bom pra você, tanto melhor! ;)
beijos
Chris
Tenhas dois mil e tantos outros, leves e lÃricos.
***
Um desejo sincero, de quem por vezes foge da aspereza do dia-a-dia para a suavidade das palavras que escreves.
Ricardo,
menos de duasmileoito calorias ao dia pra manter a insustentável leveza! é minha meta pra segunda-feira, depois do carnaval.
E que o tempo nos seja lindo! são meu votos sinceros.
***
e pra fugir da aspereza, use sempre uma palavra nóvoa em folha. A casa agradece a preferência.
Esses versos curto. MultÃssimo.
Jayme,
curta e grata. MuitÃssimo.