Testávamos hipóteses lúdicas: vocábulos ímpares, proparoxítonos, infâmias excêntricas, pérolas cômicas.
Brincávamos cândidos, ríamos súbito, íntimos.
Ângulo ótimo, árbitro péssimo, átimo, ínfimo, átomo côncavo. Química atônita, física apócrifa.
Dígitos rápidos, bólidos sólidos, símbolos fálicos. Cânticos pândegos, tímida música afônica.
Idílio paradisíaco, triângulo mâgico, refúgio cômodo. Recôndito útero, pórtico rútilo, músculo sôfrego. Êxtase rítmico, legítimo relógio biológico. Cópula tântrica, cúpula altíssima, círculo máximo. Frêmito lúbrico, místico júbilo, píncaro fúlgido.
Púcaro búlgaro, Ícaro, Fígaro, sátiros frívolos, plenário pífio.
Sizígia plenilúnica, órbita telúrica, pétreo pretérito. Pérfida prédica, pálida alvíssara, próximo sábado.
Préstimo magnânimo, silêncio último.
P.S.: Graças ao Roney, este sítio recuperou a acentuação e demais sinais gráficos, pondo fim ao qüiproquó instituído pela sistemática bloguística há mais de um aniversário. Ósculo básico a todos. :)
